O canalha da foto ao lado atende pelo nome de Marcelo de Matos Tinoco e pelo título de padre. Pela fisionomia, já se vê que é cabra safado, escroto, mas ainda assim - e principalmente por causa disso - era considerado o braço direito da Catedral Santa Maria Mãe de Deus, da diocese de Castanhal, estado do Pará.
Na madrugada de quinta para sexta-feira (15/06/12), uma viatura da polícia militar, que fazia ronda na periferia da cidade para verificar uma denúncia de roubo de motocicletas, suspeitou de um carro parado no acostamento.
Abordado pelo cabo Florisvaldo e pelos soldados Diorgenes e Elenilson, o ocupante do carro desceu, se identificou como secretário da diocese de Castanhal e disse que estava sozinho no veículo. Desconfiados do nervosismo do padre, os policiais olharam no interior do automóvel e constataram a presença de um adolescente de 12 anos no banco de passageiros.
Ao ordenarem que o adolescente saísse do veículo, os policiais ficaram surpresos em ver que ele estava com o que eles chamaram de "ereção genital". Ou seja, o amiguinho do padre tava de pau duro, de pistola em riste. O adolescente é coroinha do padre há quatro anos e sonha também em ser sacerdote.
O padre, então, ainda teria tentado convencer os policiais a não procederem contra ele. “Depois de confessar que beijou e tocou nas partes íntimas do menor, o padre ficou nervoso e disse que faria qualquer coisa para não ser conduzido até a delegacia”, concluiu o soldado.
O padre socou uma bronha e fez um chupisco no coroinha, só não entubou de acordo porque os policiais chegaram antes e estragaram a festa.
Rapidamente, o bispo da Diocese de Castanhal, Dom Carlos Verzelleti, correu à delegacia em socorro do subordinado e impediu que a imprensa fotografasse o pedófilo, que ficou o tempo todo isolado numa cela especial, longe dos outros detentos.
O safado foi
autuado no artigo 217 do Código Penal, por estupro de vulnerável, e encaminhado para exame de corpo delito no IML. Se condenado, poderá pegar de oito a quinze anos de reclusão, período em que será diariamente enrabado pelos presos, nem será castigo para ele, será recompensa.
Mas o mais provável é que a igreja católica, ainda muito influente no norte do Brasil, interceda pelo padre e consiga sua absolvição, ou pena alternativa. Pena alternativa como a dada ao padre estadunidense Wallace Harris, em fevereiro deste ano. Condenado pelo abuso de mais de uma dezena de crianças nos anos 80, o Vaticano o sentenciou a uma "vida de oração e penitência".
Sem dúvida que uma vida de oração e penitência seria um puta dum castigo para mim, por exemplo. Mas para um padre? Não é justamente com isso que ele se compremete ao fazer os votos, quando de sua ordenação?
Dentro da igreja, a pena máxima é a excomunhão, que significa literalmente colocar o sujeito fora da comunhão. Grande merda também. Grande merda de castigo colocar o sujeito fora da comunhão com um deus inexistente e um bando de fanáticos.
O cara tem é que ir pra cadeia, feito qualquer outro pedófilo filho da puta. Colocado na cela do Ditão Pé-de-Mesa. E nada de oito a quinze anos de pena, que acabam sendo reduzidos a três ou quatro se o safado tiver bom comportamento. O pedófilo tem que pegar prisão perpétua, que pedofilia é distúrbio mental e não tem cura. Basta soltar o cara e logo, logo, ele estará molestando criancinhas de novo.
Ou então capar o desgraçado. Já que não há perpétua no Brasil, deveria ser instituída a castração do pedófilo, e até a costura de seu cu, se possível.
Com o escândalo tornado público em Castanhal, o delegado responsável pelo caso espera que agora outras possíveis vítimas do padre venham a procurar a polícia para denunciá-lo, e mais reforçar o processo contra o sacerdote, que coordenava diversas atividades da igreja junto à comunidade, inclusive um grupo de jovens.
O menor já está na casa da mãe e será encaminhado a um centro especializado para receber atendimento médico e psicológico. E tomar um banho frio, para ver se baixa aquela piroca - estão pensando o quê?, o padre é o maior profissa em boquete.

Fonte : Diário do Pará