Vaticano Não Tem Mais Imunidade Para Comer Efebos

Trecho extraído de "Hoje em dia - Notícias"
WASHINGTON - A Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou ontem uma apelação pela imunidade do Vaticano em um processo contra o Estado soberano católico pelas diversas transferências de um padre acusado de abuso sexual de crianças.

O Vaticano queria que as cortes federais americanas rejeitassem o processo que visa responsabilizar a Igreja Católica pela transferência do reverendo Andrew Ronan da Irlanda para Chicago (EUA) e, depois, para Portland, apesar das várias acusações de pedofilia.
A decisão permite que os sacerdotes acusados de pedofilia nos EUA sejam julgados e anula os efeitos das leis de imunidade soberana que determinam que um Estado soberano, incluindo o Vaticano, fique imune a processos judiciais. As cortes federais de menor instância determinaram neste caso que haveria uma exceção ao Ato de Imunidade Soberana Internacional que afetaria o Vaticano.
 
Deixa ver se eu entendi. Quer dizer, então, que cada igreja católica era uma espécie de embaixada do Vaticano em solo estadunidense? Um território livre para as orgias clericais? Que se um padre enrabasse um efebozinho dentro da igreja, ele só estaria sujeito às leis do Vaticano? Ainda que fosse. Mas por que as leis do Vaticano não punem os pedófilos? Antes de mais nada, registre-se: sacerdote é tudo filho da puta, seja da religião que for. Porém, há um outro lado dessa putaria eclesiástica, um aspecto nada ou muito pouco discutido e trazido à baila. Será que os padres são sempre os culpados dessa putaria toda? Ou, pelo menos, os únicos culpados? Adolescente, hoje, não tem nada de inocente, se é que um dia teve. Será que, em todos os casos, os padres são os grandes desvirtuadores? Sei não. Tem muito viadinho por aí que, por vontade própria, adora sentar numa jeba monástica, numa piroca benta, que fica com o cuzinho piscando frente (ou de costas, depende) à sensação do pecado, que, é fato, sempre aumenta o prazer. Deve ter muito viadinho assediando padre, muita bichinha não-assumida que vê na necessidade de sigilo do padre também a garantia de seu próprio sigilo.
Tudo bem que, sendo o padre um adulto e ocupando uma posição fundada na moral, ele deveria ser possuidor de um maior discernimento, mas a carne é fraca, o cara é falível, também.
Responsabilizar apenas os padres é análogo à questão das drogas ilegais, o traficante é o demônio e o usuário, tadinho, a vítima. No caso da padraiada, quem entra com o pau é o corruptor e quem entra com a bunda, o corrompido? Nem sempre. E tem mais : se o cara nasce com tesão na argola, não tem jeito, um dia alguém vai entubá-lo, seja o padre, o vizinho, o amigo da escola, o primo mais velho; em contrapartida, se o cara nasce com o brioco hermeticamente fechado, com o roscofe lacrado a vácuo, não tem quem adentre o recinto, pode usar do artifício que for, pode ter a lábia que tiver, não entra. 
Não estou aqui defendendo padre, não - já registrei, em meu favor, que sacerdote nenhum presta. Não estou defendendo ninguém, aliás. Padres, efebos... quero que todos se fodam. Até porque eles gostam, e se entendem muito bem lá entre eles. De qualquer forma, a rejeição da imunidade do Vaticano pela Suprema Corte dos EUA é uma significativa derrota da igreja católica. E é sempre bom ver a Igreja ser derrotada, ainda que nada mude.

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