A exemplo do constante alerta feito aos riscos da automedicação, se eu fosse um médico influente, um manda-chuva do CRM, um secretário ou ministro da saúde, lançaria uma campanha veementemente contra o autoexame das mamas.
Primeiramente, por uma questão de senso, de correlatividade. Se o paciente não é habilitado para se automedicar - e ele, de fato, não é -, por que o seria para se autoexaminar? Não poderiam, dedos e tatos não treinados no apalpamento puramente profilático dos melões, deixar de detectar reduzidos nódulos, caroços incipientes?
Em segundo lugar, os nossos nobres esculápios passam a vida a costurar supercílios desbeiçados, a engessar fraturas expostas, a remover apêndices estuporados, a tratar queimaduras de terceiro grau, gonorreia e cancro mole em estágios avançados. Por que, então, furtar-lhes esses reconfortantes e lúdicos momentos de bolinação de umas belas tetas?
Abaixo a lolita e safadíssima Gabbie Carter.