Rubens e Yrina. Hoje. No passado. No porvir. No que já feneceu. No que nunca virá. No que nunca res…
Leia mais (por sua conta e risco) »02h11. Como diziam antigamente - pensa Rubens, ou nem pensa, simplesmente o pensamento o invade -, …
Leia mais (por sua conta e risco) »02h51. Madrugada de sábado. Vodka-tônica no copo. Uma pequena e de pouca potência caixa de som com …
Leia mais (por sua conta e risco) »00:52h. Rubens tranca a porta do apartamento com duas voltas na fechadura e acende a luz da sala (…
Leia mais (por sua conta e risco) »02:47 h. Uma madrugada de cada vez...
Leia mais (por sua conta e risco) »Por Dalila, Rubens cumpriu os doze trabalhos de Hércules - desceu ao Hades sem, no entanto, ascende…
Leia mais (por sua conta e risco) »01:23h. Uma loja de conveniência de um posto de combustíveis qualquer. Todas são o perfeito carimbo…
Leia mais (por sua conta e risco) »Rubens é de direita. Convicção forjada por fatos da vida real, temperada pelo esforço sempre mal pa…
Leia mais (por sua conta e risco) »21h42. Rubens entra a passos largos no supermercado cujas portas se fecham às 22h00. É acompanhado …
Leia mais (por sua conta e risco) »03h07. Rubens sempre gostou de escrever cartas. Hábito que manteve, de forma contumaz, da adolescên…
Leia mais (por sua conta e risco) »Sexta-feira. 05:52 h. Mal amanheceu, nesses dias já a flertarem com o inverno. O silêncio da manhã …
Leia mais (por sua conta e risco) »Rubens dá um gole em seu Guerra Fria e olha para a Lua.
Leia mais (por sua conta e risco) »03:11 h. Pelas contas de Rubens, só há o suficiente para mais duas doses de rum na garrafa; o pirat…
Leia mais (por sua conta e risco) »Silêncio. Um silêncio de já uns 20, 25, 40 minutos. Um silêncio habitado apenas por respirações, pu…
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