De onde,
Estas almas penadas,
Estes arrependimentos,
Estas culpas
A mal-assombrarem
O meu sono em claro
E a minha vigília catatônica?

Vingança!
Das dores que, covardemente,
Eu mantenho domesticadas
E na coleira do álcool !
E da ferida
- antes suporada de sangue, pus e vida -
Que eu deixei cicatrizar !