Ao longo dos séculos de existência da Igreja Católica, muitos meninos já foram violados pelos representantes do bondoso deus, por esses filhos das putas - eles e o deus a quem dizem representar.
Do padre mais raso ao todo-poderoso Papa, não há nível hierárquico da igreja que não tenha se fartado das cobiçadas pregas juvenis.
Noviços, sacristães, coroinhas, filhos de fiéis que, muitas vezes, são confiados aos cuidados de um sacerdote... todos eles, todos tiveram suas pregas feitas em alternativa ao celibato da padraiada, per saecula saeculorum, amem.
Claro que nem todo padre é pedófilo, acredito até que a maioria não seja; claro também que a pedofilia não é perversão restrita à igreja, ela ocorre em todos os setores de qualquer atividade humana. Acontece que, dentro da igreja, vistas grossíssimas são feitas a ela, dentro da igreja, a pedofilia é protegida. Acontece que a maioria dos sacerdotes que não são pedófilos parece não se incomodar em conviver com esses degenerados mentais, parece, inclusive, nem se incomodar em chamá-los de irmãos.
É o velho ditado : ninguém se importa com o cu do outro. Ou dizendo no mais castiço latim (língua em que Bento XVI covardemente leu sua renúncia, para que ninguém a entendesse, para que ninguém a ouvisse diretamente de sua própria boca, mas através de jornalistas e outros meios de comunicação, como não fosse ele a tê-la proferido) : Capsicum frutescens in anus autrem, kisucus est. Pimenta no cu dos outros é refresco.
Mas quando o assunto é o próprio cu, a conversa é bem outra. É o caso do nazista Papa Bento XVI, cujas pregas estão agora sob leve ameaça. Era ele quem, durante o papado de João Paulo II, acobertava as denúncias de pedofilia, e continuou a fazê-lo no decorrer de seu próprio mandato. Se Bento XVI não é, ele próprio, um pedófilo, e há rumores nesse sentido, no mínimo, nutre uma grande simpatia pelos comedores de coroinhas.
Tanto que há um processo contra ele na justiça alemã, aberto em 2010, pelo acobertamento, em 1995, de um padre notoriamente pedófilo, quando Joseph Ratzinger era um dos cardeais mais influentes da igreja. O processo foi arquivado, mas, feito Jesus Cristo, pode ser ressuscitado a qualquer momento. E não sendo mais Papa, Ratzinger, caso volte a residir em seu país natal, a Alemanha, ficará sujeito a sofrer as sanções da implacável justiça germânica.
Caso o processo seja reaberto, são as pregas do Papa que poderão rodar. A permanecer no Vaticano, nada lhe acontecerá, o Vaticano lhe garante imunidade jurídica. Por isso, o filho da puta diz que viverá uma vida de reclusão e meditação dentro das cercanias do feudo da Igreja Católica, inicialmente no bordel da igreja em Castel Gandolfo e, depois, num convento lá, da puta que o pariu.
O Vaticano, apesar de localizado em Roma, é um país independente, um Estado autônomo, condição lhe conferida pelo Tratado de Latrão, um acordo entre Igreja Católica e o ditador fascista Benito Mussolini, assinado em 1929. Não foi à toa que, durante a Segunda Guerra Mundial, a Igreja Católica foi tácita aliada de Mussolini e Hitler; não é por acaso que a Igreja Católica, até hoje, dá proteção e emprego a ex-nazistas e ex-fascistas, elegendo-os, inclusive, Papas.
Dentro do Vaticano, Ratzinger continuará imune à justiça dos homens, e impune. Para evitar novos questionamentos da lei alemã, Ratzinger, aconselhado por assessores jurídicos da igreja, "decidiu" permanecer no Vaticano após deixar de ser Papa, em 28 de fevereiro.
As informações partiram de um funcionário do Vaticano : "A sua permanência no Vaticano é necessária porque, se não fosse assim, ele poderia ficar indefeso”, disse o funcionário. "Ele não teria suas prerrogativas, entre as quais a imunidade jurídica."
Tadinho do Papa, ficaria indefeso... Filho da puta de um nazista, isso sim. Bem mereceria ser preso e enjaulado junto a um ateu pé-de-mesa, que rasgasse suas sacrossantas pregas todos os dias, sem cuspe, a seco, à areia e sangue, e que lhe dissesse : "veja Papa, o verdadeiro sangue de Cristo, tome-o em comunhão". E batesse com o cacete ensanguentado em sua cara de nazistão velho.
Uma curra por cada padre pedófilo que acobertou, um estupro coletivo por cada menino que cada padre pedófilo comeu : seria a justa paga a Ratzinger pelos valorosos serviços prestados à Santa Igreja.
E não uma velhice tranquila e bem assistida, vivendo no bem-bom sob a proteção do Vaticano e, sobretudo, sob a proteção de deus.
Joseph Ratzinger em seus tempos de Juventude Hitlerista, uniformizado e tudo. Detalhe ampliado da águia e da suástica alemã, à direita de sua camisa.