O cerveja-feira de hoje é dele, ou melhor, delis. Antônio Carlos Bernardes Gomes, o Mussum. Para Mussum, cerveja não era só cervejis, era um fitoterápico, ele chamava a loirinha de suco de cevadis. A garrafa não era só garrafis, continha um santo remédio, chamava-a de ampola, quer dizer, ampolis.
Para Mussum, era melhor melhor ser um bêbado conhecidis do que um alcoólatra anonimis.
Mussum foi o nosso embaixador da cachacis! O diplomata da biritis! O cônsul da caninha! O nosso adido cultural do mé! Mussum não bebericava, não degustava. Mussum dava uma beiçadis.
Tantas foram suas contribuições em vida à boa propaganda e imagem da loira gelada que, feito numa lenda indígena, Mussum virou cervejis depois de sua morte. Aliás, várias, a Cacildis, a Ditriguis, a Biritis e a Forévis.
 Uma homenagem mais que merecidis!