Às 12:46 h de hoje, um escroto dum petista, dum canalha vermelho, lazarento, com cancro mole na cabeça do pau e gonorreia no cu, postou um comentário anônimo aqui : "Posta aí sobre a soltura do Lula. Justiça foi feita."
Soltura, vagabundo? Soltura de quem?
Acaba de sair agora a decisão do presidente do TRF-4, Thompson Flores, a martelada final em todo esse imbróglio causado por três deputados da quadrilha petista e mais um desembargador plantonista, Rogério Favreto, também integrante há tempos da corja vermelha. Mais um plano sub-reptício para livrar do xilindró o bandido condenado Luiz Inácio Lula da Silva foi desarmado e malogrado pela Justiça desse país.
O currículo de Rogério Favreto é de dar inveja a qualquer mafioso : ocupou diversos cargos em gestões petistas, inclusive na era Lula e na gestão de Tasso Genro (PT) à frente da Prefeitura de Porto Alegre. Ao longo de 1996, cordenou a assessoria jurídica do Gabinete do Prefeito. Nos governos Lula, esteve em quatro ministérios diferentes. Primeiro, foi para a Casa Civil em 2005, onde trabalhou na Subchefia para Assuntos Jurídicos sob a chefia de José Dirceu e, depois, de Dilma Rousseff. Ou seja, mais um pau mandado a serviço do PT.
Publicidade
Nos anos seguintes, foi chefe da consultoria jurídica do Ministério do Desenvolvimento Social, cujo titular era o também petista Patrus Ananias. Depois, passou pela Secretária de Relações Institucionais e pelo Ministério da Justiça, nos anos em que Tasso comandava as pastas.
Thompson Flores decidiu manter o condenado Luiz Inácio Lula da Silva preso e considerou a atitude de Rogério Favreto como uma "decisão teratológica", ou seja, deformada, absurda, mal concebida, monstruosa.
Disse o procurador de contas Diogo Ringenberg, sobre Rogério Favreto : "Juiz nomeado por políticos, mancomunado com réu (o Lula) em dia e hora certos para barbarizar na surdina, ganhar no berro, "passando a perna" no seu Tribunal e nos colegas. Padrões de conduta espelhados na banda podre do STF e que emporcalham a toga evidenciando um judiciário inviabilizado".
Repito a pergunta, anônimo vermelho : soltura de quem mesmo, vagabundo?
 Thompson Flores, um brasileiro a serviço da Justiça.