És linda.
Isso é fato, é exato.
Mas és linda de exceder escalas,
De iluminar salas,
És linda além de qualquer trato.
E eu, no meu silêncio, no meu recato,
Invisível a te ver passar.

És linda.
Isso é dogma, é axioma.
Mas és linda de causar sismos,
De florir abismos,
És linda de reverter estados de coma.
E eu, na minha solitude, na minha redoma,
Estatelado a te ver planar.
Eu: teu mero vigia.